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O que seu filho pode ter em comum com os fundadores do Google e Wikipedia ?
Será mesmo ?
Propaganda que estava colada do lado de fora de uma padaria aqui em SP….
O que seu filho pode ter em comum com os fundadores do Google, Amazon, e Wikipedia ? …Larry Page, Sergey Brin (Google), Jeff Bezos (Amazon), Jimmy Wales (Wikipédia) esturam em escolas Montessori…
(clique na imagem para ampliar)
Add comment 2009 20 dezembro
O dia começa com a Globo
Indo para porto de galinhas.
Anúncio da Rede Globo como se fosse o sol nascendo atrás do morro se vê de longe.
O dia começa com a Globo.
Teve gente que disse que era um absurdo. Eu achei incrível.
Clique para ampliar.
1 comment 2009 5 julho
Carestia no Detran
Não sei se vcs já notaram faz um tempinho que para economizar dinheiro com tinta o Detran só está pintando metade das lombadas…
1 comment 2009 15 junho
Sem dinheiro Twitter não pode fazer muito mais do que já faz.

Eh obvio que nem todas as mensagens que vc le do twitter sao escritas em sua interface web. Para dar uma ideia, hoje sao 20 vezes mais mensages escritas por applicativos e widgets do que pelo site do twitter.
De acordo com um dos fundadores do Twitter (nao me lembro exatamente o nome do cidadao), o twitter eh um “platform-agnostic messaging service“. Ele nao eh o servico final para o consumidor e sim uma PLATAFORMA para empresas construirem em cima.
Me parece que a decisão de ser plataforma e não serviço final parece ser mais uma limitacao financeira do que realmente objetivos estrategicos de posicionamento. Alguns sao os motivos que nao o permite passar de uma plataforma:
- Para ser um servico de mensagem teria que desenvolver a interface de escrita das mensagens (aplicativos) e implementar ferramentas rentaveis sobre sua propria plataforma. Isso nao eh barato, leva tempo e manutencao disso pesa no longo prazo.
- Se vc procurar por “audio twitter” ou “video twitter” vai encontrar algumas ferramentas que permitem vc postar um audio ou video no twitter. Que no final das contas aparece como um link para um arquivo .mp3 por exemplo. Sem mais uma rodada de dinheiro o Twitter nao poderah hostear esse tipo de conteudo assim como faz o Orkut, Facebook e WordPress pois isso nao eh barato. Quem assina o blog to twitter ou segue os caras no proprio twitter vai ver que eles jah tem problemas de estrutura muito grandes apenas com as msgs de 140 caracteres.

- Além disso, aumentar o tamanho das mensagens e colocar conteudo como audio e video significa deixar de funcionar SMS. Eles teriam que entrar no mundo das aplicacoes para celulares (coisa que pouca empresa tem peito para encarar de forma seria).
- Poderiam prestar um servico de busca para gerar revenue baseado em advertising. Mas enquanto nao tem dinheiro em caixa, eles nao podem investir em mais tecnologias. Nao podem desenvolver uma outra busca para concorrer com o google (como foi dito varias vezes por aih na web) pois para fazer um mecanismo de busca com informacao real-time (que eh a proposta do twitter) precisa de gente qualificada e muito hardware. Mais barato abrir os ips para o google, deixar os caras indexarem a base e misturar com o conteudo do google. Com isso eles geram maior exposicao para o twitter pois estao dentro do resultado do google, nao precisam investir em gente e HW e muito menos em $ para vender publicidade de algo que eh muito novo ainda.
- Crescimento descentralizado do twitter fora de US complica um pouco o modelo de advertising. Veja o caso do facebook que nao consegue pagar a conta da estrutura fora de US.
Mais do que nunca eles tem que conseguir fazer dinheiro.
Fora de US, o país com maior usuários do Twitter é o Japão. Por lá eles estão tentando arrumar um modelo que se pague. Chamaram de Twiico
RESUMO: montaram um serviço que cresceu muito e não se paga. (em 2010 terão 10% de toda web) A coisa está tão grande que adicionar qualquer funcionalidade custa muito caro.
Mamãe eu criei um monstro….
Add comment 2009 31 maio
Rapidinha: Monteiro Lobato e o trabalho remoto
Visitando meus pais nesse fim de semana aprendi uma de Monteiro Lobato.
Entre setembro e outubro de 1926, M. Lobato escreveu durante 3 semanas uma coluna de ficcao cientifica em algum jornal carioca que nao anotei o nome.
Segue um trecho:
O radio transporte tornara’ inutil o corre-corre atual. Em vez de ir todos os dias o empregado para o escritorio e voltar pendurado num bonde que desliza sobre barulhentas rodas de aco, fara’ ele seu servico em casa e o radiara’ para o escritorio. Em suma: trabalhar-se-a a distancia.
Soh faltou prever o Twitter
Add comment 2009 25 maio
Video: Roda Viva com Demi Getschko
Roda Viva com Demi Getsko (13/4/2009)
Mais em http://www.iptvcultura.com.br/
Add comment 2009 3 maio
VIDEO: The Reality of the Virtual
Segundo Slavoj Žižek, virtual reality é um conceito pequeno e miserável.
Seria bem mais interessante olharmos para a realidade do virtual….
As primeiras frases que aparecem estao muito ruins de se ler mas sao apenas titulo e data.
Parte 2 aqui
Parte 3 aqui
Parte 4 aqui
Parte 5 aqui
Parte 6 aqui
Parte final aqui
Se estiver fora do ar ou precisar do arquivo original me avisem.
1 comment 2009 29 março
Estratégia do Oceano Azul (LI e GOSTEI)

BLUE OCEAN STRATEGY
Autores: W. Chan Kim e Renée Mauborgne
~200 páginas
Ganhei esse livro de presente. Muito obrigado RK !
Fazia tempo que não lia um livro de administração tão bom.
O subtitle do livro fala tudo “Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante”
A idéia geral é se diferenciar totalmente ao ponto de não ser possível comparação e com isso tornar a concorrência irrelevante. Para isso é preciso encontrar novas oportunidades no mercado (OCEANOS AZUIS).
O livro apresenta ferramentas simples para criação de ocenos azuis:
- Matriz de avaliação de valor
- Matriz eliminar-reduzir-elevar-criar
- Os 3 níveis de não clientes
- Corredor de preço da massa
- Modelo de Lucro
- Teste de idéias
- Inovação de valor
Clique para PDF resumao das principais idéias.
Me chamou atenção a seguinte parte pois é um pouco contrario a idéia geral das segmentações do marketing direto…
Quando as empresas competem para satisfazer a todas as preferências dos clientes, por meio de segmentação mais refinada, geralmente correm o risco de criar mercados-alvo muito pequenos.
Para maximizar o tamanho de seus oceanos azuis, as empresas precisam avançar em direção oposta. Em vez de se concentrar nos clientes, devem focar nos não-clientes. E em vez de atentar para as diferenças entre os clientes, precisam construir importantes pontos em comum no que é valorizados pelos compradores.
Como disse um amigo meu, se vc ainda não leu, pare tudo, saia correndo agora e leia.
Add comment 2009 29 março
Toddy, Responsabilidade, Dalai Lama e a publicidade
Certa vez vi um comercial da Coral na TV que me deixou chocado. Era assim…. Um menino chutava com bastante forca um ursinho e espalhava as mais lindas cores das tintas Coral. Na verdade parecia mais que o urso estourava e explodia sangue colorido pelo quarto.
Depois desse dia fiquei mais atento para propagandas. Me lembro que isso foi quando meu filho nasceu e fiquei me perguntando se a natureza tinha deixado papai bicho (eu) mais sensivel e emotivo…. Passou um tempo e vi algo do Dalai Lama sobre a responsabilidade social dos publicitarios e marketeiros.
Nos espirito mais budista possivel de fazer um mundo melhor resolvi postar aqui algumas dessas coisas.
Veja so’ o que a turma escreveu na lata de Toddy (clique na imagem para ampliar):
- O RABUDO que for sorteado….bla bla bla e
- Ganha uma PORRADA de premios….
Fiquei imaginando como foi o fluxo de aprovacao disso….
Acho que o texto original era algo como “PromocaoToddy: Nos vamos encher o seu rabo de premios” . E aih para pegar um pouco mais leve resolveram colocar rabudo + porrada.
Eh demais. Sei nao…
1 comment 2009 17 fevereiro
What is viral marketing? (Marketing FOFO)
Publicado um dia desses em um dos blogs individuais mais visitados do planeta….
FOFO Marketing…. Brincar com dinheiro dos outros é muito fácil.
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What is viral marketing?
Viral marketing is an idea that spreads–and an idea that while it is spreading actually helps market your business or cause.
Two kinds of viral marketing: The original classic sort in which the marketing is the product and which a self-amplifying cycle occurs. Hotmail, for example, or YouTube. The more people use them, the more people see them. The more people see them, the more people use them. The product or service must be something that improves once more people use it.
A second kind has evolved over the last few years, and that’s a marketing campaign that spreads but isn’t the product itself. Shepard Fairey’s poster of Barack Obama was everywhere, because people chose to spread it. It was viral (it spread) and it was marketing (because it made an argument–a visual one–for a candidate.)
Something being viral is not, in an of itself, viral marketing. Who cares that 32,000,000 people saw your stupid video? It didn’t market you or your business in a tangible, useful way.
Marketers are obsessed with free media, and, as is often the case, we blow it in our rush to get our share. We create content that is hampered or selfish or boring. Or we create something completely viral that doesn’t do any marketing at all.
I wrote the first mainstream book about viral marketing. It’s free (still) eight years (and millions of downloads) later.
I haven’t updated it or made it pretty, but I think the core ideas stand up pretty well. (I even talk about the Zipf’s Law and the long tail, but didn’t realize it at the time).
Here’s how the book itself is an example of viral marketing:
1. I posted the PDF for free. Three thousand people downloaded it on day one.
2. The file is small enough to email to your friends. I encouraged people to do just that.
3. Some people mailed it to fifty or a hundred people. It spread.
4. That’s just viral. The marketing part? I released a $40 souvenir hardcover edition. People knew the idea but didn’t like the format or my design skills. So they paid a lot for a book they had already read. It went to #5 on Amazon (#4 in Japan). We sold the rights in dozens of languages. And the paperback rights. And it helped me get speaking gigs.
BUT! 5. That’s not why I did it. If I had done it as a clever way to sell books, it would have failed. It would have failed because I would have somehow tried to track it, or added friction, or tried to profit in some way from the idea. I was way too dumb at the time to have done it right if my goal was to do it ‘right’.
The critical element of viral marketing is this: it’s built in. It was built into Hotmail and built into YouTube. The more people used the camera on their cell phones, the more the idea spread, the more people wanted a camera.
If you want to do viral marketing, you can try to come up with a viral ad, but you’ll probably fail. You’re better off building the viral right into the product, creating a product that spreads because you designed it that way.
Viral marketing only works well when you plan for it, when you build it in, when you organize your offering to be spreadable, interesting and to work better for everyone involved when it spreads. If I don’t benefit from spreading it, why should I spread it? I won’t. If you don’t benefit from your users spreading the idea, it might spread, but it won’t help you much. So both elements have to be present.
The reason for this post is that viral marketing is getting a bad name, largely from clueless marketing agencies and clueless marketers. Here’s what they do: they get a lame product, or a semi-lame product, and they don’t have enough time or money to run a nationwide ad campaign. So, instead, they slap some goofy viral thing on top of it and wait for it to spread. And if it doesn’t spread, they create a faux controversy or engage a PR firm or some bloggers and then it still doesn’t work.
Being viral isn’t the hard part. The hard part is making that viral element actually produce something of value, not just entertainment for the client or your boss.
http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/
Add comment 2008 29 dezembro






